If you grew up in the 1960s, 1970s, or 1980s, the sound of an ice cream truck changed the trajectory of your entire afternoon. You heard that jingle from three blocks away. You dropped everything — the bike, the ball, the garden hose — and sprinted for loose change. The whole neighborhood materialized on the curb in under 90 seconds. This is the complete guide to those trucks, those treats, what they cost then, and which ones you can still track down today.

The jingle was everything. Before you saw the truck, you heard it. Those melodies were chosen for a specific reason: they had to be recognizable from a great distance through a cheap, tinny loudspeaker mounted on the roof of a moving vehicle. Simple, repetitive tunes with high-pitched notes carried the farthest.

"Turkey in the Straw" was the most common ice cream truck melody in America from the 1940s through the 1970s. Its origins trace back to minstrel-era folk songs, and in recent years some ice cream companies have retired it because of those associations. But for millions of kids growing up mid-century, those opening notes meant one thing: drop everything and run.

"Do Your Ears Hang Low" (adapted from an older song with considerably less polite lyrics) became the signature tune for many trucks in the 1960s and 1970s. Its repetitive, nursery-rhyme structure was perfectly engineered for the job — you could identify it in the first three notes, even through walls and closed windows.

"The Entertainer" by Scott Joplin took over many trucks in the late 1970s and 1980s, especially after its use in the 1973 film The Sting brought ragtime back into the mainstream. Mr. Softee had its own proprietary jingle — a custom composition written in 1956 by Les Waas that became so iconic the company trademarked it.

The music boxes in those trucks were mechanical at first — actual metal cylinders with pins that plucked metal tines, like a massive music box bolted to the roof. By the 1970s, most had switched to electronic loops. Either way, the volume was set to exactly one level: loud enough to hear from inside your house with the TV on.

The menu was printed on the side of the truck in fading, sun-bleached photographs that made everything look slightly more appealing than it was. The prices were hand-painted or stuck on with adhesive numbers. Here is what that menu looked like, and what those treats cost then versus now:

The Bomb Pop — red, white, and blue, cherry-lime-blue raspberry — was introduced in 1955 by James S. Merritt and D.S. Abernethy in Kansas City. It was patriotic, it was three flavors in one, and it melted down your arm faster than you could eat it. The race against gravity was half the fun.

A Baqueta (uma casquinha de açúcar recheada com sorvete de baunilha, coberta com chocolate e amendoim, com um tampão sólido de chocolate no fundo da casquinha) data de 1928. O tampão de chocolate não era um bônus - era uma inovação estrutural para evitar que o sorvete vazasse pelo fundo. Engenharia disfarçada de sobremesa. |||SET||| O Push-Up Pop era pura simplicidade: sorvete ou sorvete em tubo de papelão com palito no fundo. Você empurrou o stick para cima para avançar a guloseima. Sem gotejamento, sem embalagem, sem bagunça – pelo menos em teoria. Na prática, o papelão ficou encharcado e o bastão entortou. Mas por US$ 0,10, ninguém reclamou. |||SET||| A Barra de Moranguinho - sorvete de baunilha com rodelas de morango, revestido por uma casca quebradiça com sabor de morango - foi a escolha para crianças que queriam algo sofisticado. Era a coisa mais próxima de uma sobremesa de verdade que você poderia comer com uma mão enquanto andava de bicicleta. |||SET||| Os caminhões eram quase sempre brancos – brancos porque refletiam o calor e mantinham os freezers mais frios, e brancos porque pareciam limpos e confiáveis. A maioria eram vans modificadas ou caminhões de painel com uma janela de serviço cortada no lado do passageiro. O freezer funcionava com um gerador separado ou com o motor do caminhão, razão pela qual o caminhão continuou funcionando enquanto estava estacionado. |||SET||| Bom Humor era o original. Fundada em 1920 por Harry Burt em Youngstown, Ohio, a Good Humor operou uma frota de caminhões brancos com motoristas uniformizados em todo o país entre os anos 1920 e 1970. No seu auge, a empresa contava com milhares de caminhões. A Good Humor não era franqueada – era proprietária dos caminhões, empregava os motoristas e mantinha as rotas. Isto deu-lhe uma consistência e profissionalismo que os operadores locais não conseguiam igualar. |||SET||| Sr. Softee começou em 1956 na Filadélfia, fundada por William e James Conway. A inovação de Softee foi o sorvete cremoso servido em uma máquina dentro do caminhão – cones e sundaes feitos sob encomenda, e não barras pré-embaladas de um freezer. O mascote sorridente com cabeça de cone da empresa e aquele jingle inconfundível tornaram-na a marca de caminhões dominante no Nordeste, e continua sendo a maior franquia de caminhões de sorvete nos Estados Unidos hoje, com mais de 600 caminhões. |||SET||| Escolha do Editor · Relacionado a este artigo |||SET||| Kindle Ilimitado |||SET||| Leia livros clássicos e memórias de cada década. Primeiro mês grátis. |||SET||| Veja detalhes → |||SET||| Compre relacionado na Amazon |||SET||| Podemos ganhar uma comissão por compras qualificadas. As escolhas são escolhidas para adultos com mais de 50 anos. |||SET||| Depois, havia os independentes – operadores locais que compraram um caminhão usado, prenderam um freezer na traseira, colocaram uma caixa de música no teto e dirigiram pelos bairros. A qualidade variou muito. Algumas eram instituições queridas. Outras eram operações questionáveis, com higiene duvidosa e caixas de música presas em uma música. Cada bairro tinha uma opinião forte sobre qual caminhão era “o bom”. |||SET||| O que você recebia do caminhão dependia muito de onde você morava. As marcas nacionais estavam por todo o lado, mas foram as especialidades regionais que tornaram o seu camião seu. |||SET||| No Nordeste, o gelo italiano era rei - xícaras de gelo com sabor de limão, cereja e melancia, muitas vezes vendidas em caminhões especializados exclusivamente em sorvetes italianos e consideradas uma categoria totalmente diferente dos caminhões de sorvete. Na cidade de Nova York, os caminhões do Sr. Softee superavam em número todas as outras marcas combinadas, e as disputas territoriais entre os operadores de caminhões eram lendárias (e ocasionalmente chegavam aos noticiários). |||SET||| No sudoeste, as paletas – picolés de estilo mexicano feitos com frutas frescas – eram o deleite exclusivo dos caminhões. Paleteros (vendedores de paletas) empurravam carrinhos pelos bairros, tocando uma campainha. A paleta de manga com chile, polvilhada com pimenta em pó e limão, foi uma revelação se você conhecesse picolés. |||SET||| No Sul, picolés de banana e Nutty Buddys (nome regional para o que o resto do país chamava de Coxinha) eram produtos básicos. Alguns caminhões do sul transportavam Kool-Aid congelado em copos Dixie – um item caseiro que nenhuma marca nacional reproduzia. |||SET||| No Centro-Oeste, o caminhão de sorvete era muitas vezes o único vendedor móvel que as crianças encontravam, e os caminhões percorriam longas rotas através de subdivisões suburbanas. O sorvete Blue Moon - um azul vívido, exclusivo do meio-oeste com sabor de amêndoa - apareceu nos cardápios dos caminhões em Michigan, Wisconsin e Minnesota.

The Push-Up Pop was pure simplicity: sherbet or ice cream in a cardboard tube with a stick at the bottom. You pushed the stick up to advance the treat. No dripping, no wrapper, no mess — at least in theory. In practice, the cardboard got soggy and the stick bent. But at $0.10, nobody complained.

The Strawberry Shortcake Bar — vanilla ice cream with a strawberry swirl, coated in a crumbly strawberry-flavored shell — was the choice for kids who wanted something that felt fancy. It was the closest thing to an actual dessert that you could eat with one hand while riding a bike.

The trucks were almost always white — white because it reflected heat and kept the freezers colder, and white because it looked clean and trustworthy. Most were modified step vans or panel trucks with a serving window cut into the passenger side. The freezer ran off a separate generator or the truck's engine, which is why the truck kept running while it was parked.

Good Humor was the original. Founded in 1920 by Harry Burt in Youngstown, Ohio, Good Humor operated a fleet of white trucks with uniformed drivers across the country from the 1920s through the 1970s. At its peak, the company had thousands of trucks. Good Humor didn't franchise — it owned the trucks, employed the drivers, and maintained the routes. This gave it a consistency and professionalism that local operators couldn't match.

Mr. Softee started in 1956 in Philadelphia, founded by William and James Conway. Mr. Softee's innovation was soft-serve ice cream dispensed from a machine inside the truck — cones and sundaes made to order, not pre-packaged bars from a freezer. The company's smiling cone-headed mascot and that unmistakable jingle made it the dominant truck brand in the Northeast, and it remains the largest ice cream truck franchise in the United States today with over 600 trucks.

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Then there were the independents — local operators who bought a used truck, bolted a freezer in the back, stuck a music box on the roof, and drove the neighborhoods. Quality varied wildly. Some were beloved institutions. Others were questionable operations with dubious hygiene and music boxes stuck on one song. Every neighborhood had a strong opinion about which truck was "the good one."

What you got from the truck depended heavily on where you lived. The national brands were everywhere, but the regional specialties were what made your truck yours.

In the Northeast, Italian ice was king — cups of flavored ice in lemon, cherry, and watermelon, often sold from trucks that specialized exclusively in Italian ices and were considered a different category entirely from ice cream trucks. In New York City, Mr. Softee trucks outnumbered all other brands combined, and territorial disputes between truck operators were legendary (and occasionally made the news).

In the Southwest, paletas — Mexican-style ice pops made from fresh fruit — were the signature truck treat. Paleteros (paleta vendors) pushed carts through neighborhoods, ringing a hand bell. The mango con chile paleta, dusted with chili powder and lime, was a revelation if you'd only ever known Popsicles.

In the South, banana Popsicles and Nutty Buddys (a regional name for what the rest of the country called a Drumstick) were staples. Some Southern trucks carried frozen Kool-Aid in Dixie cups — a homemade item that no national brand replicated.

In the Midwest, the ice cream truck was often the only mobile vendor kids encountered, and trucks ran long routes through suburban subdivisions. Blue Moon ice cream — a vivid blue, almond-flavored Midwest exclusive — appeared on truck menus throughout Michigan, Wisconsin, and Minnesota.

O Good Humor Man foi um tipo específico de pessoa na cultura americana dos anos 1930 até os anos 1970. Ele usava um uniforme todo branco – calça branca, camisa branca, boné branco, gravata borboleta preta. Ele carregava um trocador de moedas no cinto. Ele tocou um conjunto de campainhas montadas no caminhão (antes da mudança para jingles eletrônicos). Ele era limpo, educado e profissional. |||SET||| O Bom Humor selecionou e treinou seus motoristas. Esperava-se que eles fossem corteses com as crianças, fizessem as mudanças corretas rapidamente e mantivessem seus caminhões impecáveis. Em muitos bairros, o Homem do Bom Humor era tão confiável e conhecido quanto o carteiro. Os pais mandavam os filhos para fora com dinheiro e nunca pensavam duas vezes sobre isso. O Homem do Bom Humor sabia os nomes das crianças. Ele sabia quais casas tinham cachorros. Ele sabia que não deveria ir à casa da esquina porque a Sra. Henderson não gostava do jingle. |||SET||| O uniforme importava. Sinalizou legitimidade. Quando a Good Humor vendeu a sua frota de camiões em 1976 e passou para a distribuição em mercearias, o motorista uniformizado desapareceu – e com ele, um tipo específico de confiança da vizinhança que os operadores independentes nunca recuperaram totalmente. |||SET||| O declínio do caminhão de sorvete começou no final da década de 1970 e acelerou na década de 1990. Várias forças convergiram. |||SET||| A Good Humor saiu do negócio de caminhões em 1976. O aumento dos custos de combustível, custos trabalhistas e a crescente disponibilidade dos mesmos produtos nos supermercados tornaram o modelo de caminhão não lucrativo para uma grande corporação. A Unilever (que adquiriu a Good Humor) descobriu que poderia vender muito mais produtos por meio da distribuição de alimentos, sem nenhuma das despesas gerais de manutenção de uma frota e de uma folha de pagamento. |||SET||| As preocupações com segurança aumentaram. Nas décadas de 1980 e 1990, os pais estavam mais relutantes em mandar os filhos para a calçada com dinheiro para encontrar um estranho não examinado em uma van. Vários incidentes de grande repercussão (embora estatisticamente raros) alimentaram a ansiedade. As cidades começaram a exigir verificações de antecedentes, licenças e seguros para os operadores de camiões de gelados – regulamentações razoáveis ​​que também dificultaram a permanência dos pequenos operadores no mercado.

Good Humor screened and trained its drivers. They were expected to be courteous to children, make correct change quickly, and keep their trucks spotless. In many neighborhoods, the Good Humor Man was as trusted and familiar as the mailman. Parents sent children outside with money and never thought twice about it. The Good Humor Man knew the kids' names. He knew which houses had dogs. He knew to skip the corner house because Mrs. Henderson didn't like the jingle.

The uniform mattered. It signaled legitimacy. When Good Humor sold off its truck fleet in 1976 and shifted to grocery store distribution, the uniformed driver disappeared — and with him, a specific kind of neighborhood trust that independent operators have never fully recaptured.

The ice cream truck's decline started in the late 1970s and accelerated through the 1990s. Several forces converged.

Good Humor exited the truck business in 1976. Rising fuel costs, labor costs, and the growing availability of the same products in supermarkets made the truck model unprofitable for a large corporation. Unilever (which acquired Good Humor) found it could sell far more product through grocery distribution with none of the overhead of maintaining a fleet and payroll.

Safety concerns grew. By the 1980s and 1990s, parents were more reluctant to send children to the curb with cash to meet an unvetted stranger in a van. Several high-profile incidents (though statistically rare) fueled anxiety. Cities began requiring background checks, permits, and insurance for ice cream truck operators — reasonable regulations that also made it harder for small operators to stay in business.

As leis de ruído visavam os jingles. Comunidades suburbanas que antes recebiam bem a música começaram a impor restrições aos níveis de som, horários de funcionamento e rotas dos fornecedores móveis. Algumas cidades proibiram completamente os jingles de caminhões de sorvete. |||SET||| A economia mudou. Uma guloseima que foi vendida por US$ 0,15 em 1970 pode ser vendida por US$ 2,50 hoje, mas o custo do caminhão, do combustível, do seguro, das licenças, das taxas de consumo e do produto aumentou mais rapidamente do que o preço que os clientes pagarão na janela de um caminhão. As margens são finas. Muitas operadoras hoje dependem de eventos, festivais e reservas privadas, em vez de rotas de bairro. |||SET||| Mas o caminhão de sorvete nunca desapareceu totalmente. Em muitas cidades, tem regressado silenciosamente – muitas vezes com uma reviravolta. Caminhões de sorvetes gourmet, caminhões de picolés artesanais e caminhões de sorvetes com nitrogênio surgiram nos mercados urbanos. E em muitos bairros da classe trabalhadora e de imigrantes, o camião dos gelados nunca partiu. |||SET||| A boa notícia: a maioria das guloseimas clássicas sobreviveu. Eles simplesmente não estão mais em um caminhão. |||SET||| Os supermercados vendem Bomb Pops, Baquetas, Creamsicles, Fudgsicles, Push-Up Pops, Barras de Moranguinho e Sanduíches de Sorvete em embalagens múltiplas. As marcas são agora propriedade de grandes conglomerados (Unilever, Nestlé, Wells Enterprises), mas as receitas permanecem praticamente inalteradas. Uma caixa de Bomb Pops do corredor do freezer é o mesmo Bomb Pop que você comeu em 1972. |||SET||| O Sr. Softee ainda opera mais de 600 caminhões, principalmente no leste dos Estados Unidos. O site da empresa possui um localizador de caminhões. Se você estiver nas áreas metropolitanas de Nova York, Nova Jersey ou Filadélfia, os caminhões Mr. Softee ainda são uma presença regular no verão. |||SET||| As sorveterias retrô se tornaram um nicho de mercado. Lojas especializadas em guloseimas vintage – bares feitos à mão, sundaes à moda antiga e nostalgia de caminhão de sorvete – abriram em cidades de todo o país. Muitos estocam exatamente as marcas e produtos que antes apareciam nos cardápios dos caminhões. |||SET||| Os caminhões de eventos são a iteração moderna. Você pode alugar um caminhão de sorvete para uma festa de aniversário, evento corporativo ou festa de bairro. Muitas operadoras oferecem guloseimas clássicas junto com opções modernas e tocam o jingle mediante solicitação. |||SET||| O Choco Taco merece uma seção própria porque sua história é um dos capítulos mais estranhos da cultura alimentar americana. |||SET||| Inventado em 1983 por Alan Drazen, desenvolvedor de produtos da Jack and Jill Ice Cream (uma empresa da Filadélfia que mais tarde se tornou parte da Good Humor-Breyers, de propriedade da Unilever), o Choco Taco era um cone de waffle em forma de taco, recheado com sorvete de baunilha misturado com calda de chocolate, mergulhado em chocolate e coberto com amendoim. Foi uma maravilha da engenharia do mundo dos sorvetes inovadores. |||SET||| A Klondike (de propriedade da Unilever) fabricou o Choco Taco durante décadas. Tornou-se um favorito cult – o tipo de produto que inspirava devoção genuína. As pessoas não gostaram apenas do Choco Taco. Eles construíram parte de sua identidade em torno disso. |||SET||| Em julho de 2022, Klondike anunciou que o Choco Taco estava sendo descontinuado. A reação foi imediata e vulcânica. As redes sociais explodiram. Os meios de comunicação cobriram isso como uma tragédia nacional. O senador norte-americano Chris Murphy, de Connecticut, chamou-o de "um momento para o país se unir". A Taco Bell, que vendeu Choco Tacos em alguns locais, lamentou publicamente a perda. |||SET||| Klondike trouxe brevemente o Choco Taco de volta em quantidades limitadas em 2023, mas no momento em que este livro foi escrito, ele permaneceu essencialmente descontinuado – não fabricado em escala, não disponível na maioria das lojas e não nos cardápios de caminhões. Para um produto que custava US$ 0,50 na janela de um caminhão na década de 1980, o Choco Taco deixou um buraco enorme na cultura americana de sobremesas. |||SET||| O caminhão de sorvete nunca foi apenas sobre sorvete. Foi um evento social - toda a vizinhança convergindo para um único ponto, parados juntos na calçada, conversando um pouco enquanto as crianças agonizavam pensando se deveriam comprar o Bomb Pop ou o Screwball. Foi o som do verão tornado tangível. Os caminhões agora são menos, os preços são mais altos e o Homem do Bom Humor de uniforme branco se foi. Mas o Bomb Pop ainda tem o mesmo gosto. A Coxinha ainda tem aquele plug de chocolate no fundo da casquinha. E se você fechar os olhos enquanto come um Creamsicle na varanda da frente, quase poderá ouvir aquele jingle chegando na esquina. |||SET||| Receba artigos como este em sua caixa de entrada todas as manhãs. |||SET||| A imagem completa

The economics changed. A treat that sold for $0.15 in 1970 might sell for $2.50 today, but the cost of the truck, fuel, insurance, permits, commissary fees, and product have risen faster than the price customers will pay from a truck window. Margins are thin. Many operators today rely on events, festivals, and private bookings rather than neighborhood routes.

But the ice cream truck never fully disappeared. In many cities, it has been making a quiet comeback — often with a twist. Gourmet ice cream trucks, artisanal popsicle trucks, and nitrogen ice cream trucks have appeared in urban markets. And in many working-class and immigrant neighborhoods, the ice cream truck never left at all.

The good news: most of the classic treats survived. They are just not on a truck anymore.

Grocery stores carry Bomb Pops, Drumsticks, Creamsicles, Fudgsicles, Push-Up Pops, Strawberry Shortcake Bars, and Ice Cream Sandwiches in multi-packs. The brands are now owned by large conglomerates (Unilever, Nestle, Wells Enterprises), but the recipes are largely unchanged. A box of Bomb Pops from the freezer aisle is the same Bomb Pop you ate in 1972.

Mr. Softee still operates over 600 trucks, primarily in the eastern United States. The company's website has a truck locator. If you are in the New York, New Jersey, or Philadelphia metro areas, Mr. Softee trucks are still a regular summer presence.

Retro ice cream shops have become a niche market. Shops specializing in vintage treats — hand-dipped bars, old-fashioned sundaes, and ice cream truck nostalgia — have opened in cities across the country. Many stock the exact brands and products that once appeared on truck menus.

Event trucks are the modern iteration. You can hire an ice cream truck for a birthday party, corporate event, or neighborhood block party. Many operators stock classic treats alongside modern options and will play the jingle on request.

The Choco Taco deserves its own section because its story is one of the stranger chapters in American food culture.

Invented in 1983 by Alan Drazen, a product developer at Jack and Jill Ice Cream (a Philadelphia company that later became part of Good Humor-Breyers, which is owned by Unilever), the Choco Taco was a waffle cone shaped like a taco, filled with vanilla ice cream swirled with fudge, dipped in chocolate, and coated with peanuts. It was an engineering marvel of the novelty ice cream world.

Klondike (owned by Unilever) manufactured the Choco Taco for decades. It became a cult favorite — the kind of product that inspired genuine devotion. People did not just like the Choco Taco. They built part of their identity around it.

In July 2022, Klondike announced the Choco Taco was being discontinued. The reaction was immediate and volcanic. Social media erupted. News outlets covered it as a national tragedy. U.S. Senator Chris Murphy of Connecticut called it "a moment for the country to come together." Taco Bell, which had sold Choco Tacos in some locations, publicly mourned the loss.

Klondike briefly brought the Choco Taco back in limited quantities in 2023, but as of this writing, it remains essentially discontinued — not manufactured at scale, not available in most stores, and not on truck menus. For a product that cost $0.50 from a truck window in the 1980s, the Choco Taco left an outsized hole in American dessert culture.

The ice cream truck was never just about ice cream. It was a social event — the entire neighborhood converging on a single point, standing on the curb together, making small talk while kids agonized over whether to get the Bomb Pop or the Screwball. It was the sound of summer made tangible. The trucks are fewer now, the prices are higher, and the Good Humor Man in his white uniform is gone. But the Bomb Pop still tastes the same. The Drumstick still has that chocolate plug at the bottom of the cone. And if you close your eyes while eating a Creamsicle on your front porch, you can almost hear that jingle coming around the corner.

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